quarta-feira, 13 de março de 2019

Confesso...



Achei que apenas no sofrimento teria inspiração para escrever sobre sentimentos. Segurava uma folha de papel ou no teclado do computador assim que meu coração se espatifava, parecia até um terço e uma reza, a forma mais genuína de soltar a tristeza dentro de mim.
Confesso que encontrava beleza nessa tristeza, sempre se transformava em algo bonito no papel, nas palavras.

Pois bem, depois de tanto tempo batendo a cabeça por aí, despedaçando meu coração e bebendo sozinha pra afogar as mágoas, acho que finalmente encontrei o amor tranquilo de Cazuza.

É tão natural que é estranho.


Não tem joguinhos porque queremos a felicidade um do outro e agindo assim, somos felizes juntos, ganhamos juntos, não é jogo, é uma torcida um pelo outro.
E engana se quem acha que um amor tranquilo não tenha borboletas no estômago, frio na barriga e aquele sorriso ao ver a mensagem da pessoa amada...todas as vezes que o vejo, meu coração bate rápido e lento ao mesmo tempo.
Confesso...é piegas, é brega, é ridiculamente sentimental e urgentemente necessário.
Fazer o que? 
Quero vê-lo feliz e isso torna tudo e qualquer pensamento mesquinha, obsoletos.


Então desejo a você, que está lendo esse texto, que se apaixone muito por você mesma (o), pelo seu companheiro (a) e por tudo que mereça. Se entregue e ame muito porque como já diz “aquela” música..."O amor que você colhe na sua vida, é o amor que você semeia" então mesmo que você se decepcione, seja sincera com você e com o seu coração, uma hora vem, e vem com tudo. Enquanto não vier, transforme isso em algo bom.

Confesso que estou sorrindo ao terminar esse texto pois vejo muito amor na sua vida =)
E sabe aquela frase piegas? Quando é amor, vc sabe =)

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